Apresentação
ÁUREA VIEIRA FIALHO - Natural de Belém de Pará,
em 1955 veio com a família morar no Rio de Janeiro. Aprendeu a amar
esta cidade e desenvolvendo alguns trabalhos recebeu, em 1980, o
título de Cidadã do Estado do Rio de Janeiro, da Assembléia Legislativa,
o que muito a honrou.
Profissional de Relações Públicas contribuiu bastante para a
regulamentação da profissão de secretárias e para o Sindicato de
Relações Públicas.
Desde criança sempre sentiu atração pelas artes em geral e no colégio
seus desenhos eram elogiados, mas só muito mais tarde, com a
aposentadoria, resolveu seguir a carreira artística. Primeiro fez
teatro durante cinco anos, depois desenho e pintura.
Sua formação artística na pintura vem se fazendo desde
1992 e sempre buscando a perfeição começou, em 1994, a trabalhar a
figura humana no ateliê da professora e grande retratista Altair Portela
Leal, onde a prática e incentivo constante da mestra contribuem, até
hoje, para o seu desenvolvimento.
Disposta a novos desafios que a levem sempre a fazer o que gosta, à
criatividade, à liberdade. Áurea como todo artista usa o seu potencial
transformando as pequenas idéias em suas obras. O retrato é um grande
desafio, o uso máximo da sensibilidade do artista transferida para a
tela.
Dos impressionistas gosta muito de Monet e Renoir e os pintores
brasileiros que admira são: seu conterrâneo Albery com quem teve
contato em 1968, hoje afastado de nos, em outra dimensão, e Juarez
Machado.
Áurea participa de salões e exposições que contribuem
para sua expansão artística e seu convívio com profissionais das artes
plásticas. Recebeu menções honrosas medalhas de bronze, prata e ouro em
alguns de seus trabalhos. Mas seu objetivo não é a conquista de títulos
ou medalhas e sim o prazer de criar, e o convívio com seu grupo de
trabalho às segundas-feiras à tarde.
A sua perseverança, a experiência que desenvolve hoje com os pincéis e o
óleo, veio do seu próprio esforço, observação, e de uma boa orientadora.
Continua na busca de um potencial melhor de conhecimentos para fazer um
trabalho espontâneo demonstrando toda a sua sensibilidade.